V.G.O – Disco triplo

•October 10, 2007 • Leave a Comment

Finalmente o disco da Variable Geometry Orchestra

“Stills “

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www.creativesourcesrec.com

* V.G.O NA CASA DA MÚSICA *

•October 10, 2007 • Leave a Comment

 

Novas Músicas
Sexta-feira, 12 de Outubro

Variable Geometry Orchestra
Ernesto Rodrigues
direcção musical
23:00 | Sala 2
l €10

 

 

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A improvisação livre é o ponto de partida para a música da Variable Geometry Orchestra, que traz à Sala 2 uma mistura de sonoridades acústicas, eléctricas e electrónicas.

Formada por duas dezenas de elementos, intérpretes de instrumentos de cordas, sopro, percussão e de uma secção electrónica, a Variable Geometry Orchestra é dirigida pelo violinista/violetista Ernesto Rodrigues.

Através da estruturação da orquestra em naipes instrumentais, a composição em tempo real oscila entre a organização formal do caos, do “tutti” orquestral, e situações de diálogo entre pequenos grupos. Joga-se com o ruído e com o silêncio, sendo este a ausência de um som identificável.

Cada músico da Variable Geometry Orchestra pode participar em toda a espécie de acontecimentos sonoros que estejam a ocorrer nesse preciso momento no espaço envolvente, ou simplesmente escutar o que outro músico tenha começado entretanto a fazer, sem a preocupação de responder imediatamente.

A construção da composição em tempo real é organizada através do delicado equilíbrio entre as diferentes massas sonoras que preenchem o espaço acústico, revelando justaposições de instrumentos específicos que actuam como células sonoras móveis no todo orquestral, sempre sob o olhar atento do regente, que fornece indicações gestuais aos diversos grupos.

Ernesto Rodrigues nasceu em Lisboa, em 1959, tendo acumulado experiências em estilos tão variados como a música contemporânea, o free jazz, a música popular, a música improvisada e a música electrónica.

Activo como músico em diferentes áreas de criação, desde a dança, performance, cinema e video, criou, em 1999, a editora discográfica Creative Sources Recordings, inicialmente com o intuito de editar os seus próprios trabalhos, alargando-a mais tarde a centenas de músicos improvisadores de todo o mundo.

Variable Geometry Orchestra – no Outfest

•June 6, 2007 • 1 Comment

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toda a informação em : www.outfest.pt.vu

Press Quotes

•April 28, 2007 • Leave a Comment

“O que a Variable Geometry Orchestra provou é que há outro jazz emergente, que desponta e se ergue das cinzas do género, apoiado no melhor que a livre-improvisação tem para dar, espécie de tertium genus diferente do que se conhece no panorama das orquestras de free jazz ou de free improv, europeias ou americanas, do passado e da actualidade. Com uma vivência musical muito para além das pré-formatadas regras de organização sonora. Há algo de novo que se conjuga com o que é comum a outras linguagens. O resultado prático é uma espantosa e empolgante sucessão de quadros musicais expostos com grande convicção, mérito de todos os participantes e em especial de Ernesto Rodrigues, diligente congregador de vontades e organizador sonoro de gabarito.”Eduardo Chagas, (Jazz e Arredores)

“Um facto histórico respeitante à música improvisada nacional (…) Aguarda-se com expectativa a gravação deste empreendimento bem como uma actuação para um público mais abrangente. Ficamos à espera.”

Carlos Lourenço, (Free Jazz Improv)

“Fui assistir a um concerto do Ernesto Rodrigues e da Orquestra de Geometria Variável. (…) Ficamos atordoados e despertos, como quando experimentamos cogumelos mágicos. Parece não haver princípio, parece não haver fim num tempo que parou e fica flutuante nos sons e na sua hipérbole.
Momentos como este valem um êxtase. Divino como o que se concentra e prolonga. Um som que se ouve no silêncio do conhecimento.”

António Eloy

“Num raro momento em que fervilham ideias e projectos na improvisação portuguesa, aguardam-se com curiosidade futuros desenvolvimentos relativamente a este large ensemble nacional, talvez a “nossa” mais imponente formação.”

Nuno Catarino (Bodyspace)

Orquestra de Geometria Variável? Tudo menos quadrados. Mentes abertas. Mais de 30 músicos (de
alto gabarito individual) juntam-se para criar fusão, rebelião,
superação.//Só porque sim/ Só porque sai. Só porque soa. Violino, viola, violoncelo, baixo,
guitarra portuguesa, voz, trombone, tuba, clarinete, vários trompetes e saxofones, guitarra eléctrica, acordeão, electrónica, didgeridoos, percussão, bateria… Uma salada musical frenética? Um agri-doce nomadismo musical de comunhão e uma ecléctica partilha entre instrumentos que querem ir mais alto, só por ir e sem olhar a destinos concretos. Não sabem de onde vêm nem para onde vão. Nem importa. Eles são liberdade criativa selvagem e explosiva, ali roçar o génio esquizofrénico. Se parecer que foram apanhados a meio de uma viagem inter-galáctica, não estranhem. Entrar na //Trem// é entrar na nave.
Garantido é que vão ver estrelas/

(Lecool Magazine)

V.G.O – live at ZDB

•April 27, 2007 • Leave a Comment

Proximos Concertos

•April 27, 2007 • Leave a Comment

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16.06.07

 VARIABLE GEOMETRY ORCHESTRA

OutFest, Barreiro  

13.09.07

VARIABLE GEOMETRY ORCHESTRA

Centro Cultural de Belém

12.10.07 

VARIABLE GEOMETRY ORCHESTRA

Casa da Música, Porto

 

V.G.O

•April 27, 2007 • Leave a Comment

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Orquestra VGO


A música produzida pela Orquestra da Geometria Variável resulta do jogo do material acústico versus o electrónico, numa contínua busca de pequenos detalhes e significados – o som rompe do silêncio para nele voltar a megulhar…
Com esta organização formal do caos, tenta-se aplicar novos conceitos de indeterminação e composição instantânea, através da erupção assimetricamente alternada de momentos de som e silêncio (ausência de som identificável) com predominância para estes últimos, ­seja pela emissão de sons de características subliminares e psico-acústicas, seja pela completa ausência de sons, permitindo assim aos músicos recuperar o seu ritmo natural de respiração e sentido aleatório de pulsação, bem como escutar toda a espécie de acontecimentos sonoros que estejam a ocorrer nesse preciso momento no espaço envolvente, ou então “simplesmente” escutar o que outro músico tenha começado, entretanto, a fazer, sem a preocupação de responder imediatamente e assim encher de forma inútil o espaço sonoro.

*fotos por Rodrigo Amado 

Hello world!

•April 27, 2007 • 1 Comment

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