Press Quotes
“O que a Variable Geometry Orchestra provou é que há outro jazz emergente, que desponta e se ergue das cinzas do género, apoiado no melhor que a livre-improvisação tem para dar, espécie de tertium genus diferente do que se conhece no panorama das orquestras de free jazz ou de free improv, europeias ou americanas, do passado e da actualidade. Com uma vivência musical muito para além das pré-formatadas regras de organização sonora. Há algo de novo que se conjuga com o que é comum a outras linguagens. O resultado prático é uma espantosa e empolgante sucessão de quadros musicais expostos com grande convicção, mérito de todos os participantes e em especial de Ernesto Rodrigues, diligente congregador de vontades e organizador sonoro de gabarito.”Eduardo Chagas, (Jazz e Arredores)
“Um facto histórico respeitante à música improvisada nacional (…) Aguarda-se com expectativa a gravação deste empreendimento bem como uma actuação para um público mais abrangente. Ficamos à espera.”
Carlos Lourenço, (Free Jazz Improv)
“Fui assistir a um concerto do Ernesto Rodrigues e da Orquestra de Geometria Variável. (…) Ficamos atordoados e despertos, como quando experimentamos cogumelos mágicos. Parece não haver princípio, parece não haver fim num tempo que parou e fica flutuante nos sons e na sua hipérbole.
Momentos como este valem um êxtase. Divino como o que se concentra e prolonga. Um som que se ouve no silêncio do conhecimento.”
António Eloy
“Num raro momento em que fervilham ideias e projectos na improvisação portuguesa, aguardam-se com curiosidade futuros desenvolvimentos relativamente a este large ensemble nacional, talvez a “nossa” mais imponente formação.”
Nuno Catarino (Bodyspace)
Orquestra de Geometria Variável? Tudo menos quadrados. Mentes abertas. Mais de 30 músicos (de
alto gabarito individual) juntam-se para criar fusão, rebelião,
superação.//Só porque sim/ Só porque sai. Só porque soa. Violino, viola, violoncelo, baixo,
guitarra portuguesa, voz, trombone, tuba, clarinete, vários trompetes e saxofones, guitarra eléctrica, acordeão, electrónica, didgeridoos, percussão, bateria… Uma salada musical frenética? Um agri-doce nomadismo musical de comunhão e uma ecléctica partilha entre instrumentos que querem ir mais alto, só por ir e sem olhar a destinos concretos. Não sabem de onde vêm nem para onde vão. Nem importa. Eles são liberdade criativa selvagem e explosiva, ali roçar o génio esquizofrénico. Se parecer que foram apanhados a meio de uma viagem inter-galáctica, não estranhem. Entrar na //Trem// é entrar na nave.
Garantido é que vão ver estrelas/
(Lecool Magazine)

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